domingo, 24 de abril de 2016

O Caçador e a Rainha de Gelo, dirigido por Cedric Nicolas-Troyan (The Huntsman: Winter''s War)

Trailer: 
Fala do filme: “I am not afraid of Freya of the frost.” “Then you’re dumber than I tought you were.” (“Eu não tenho medo da Freya das neves.” “Então você é mais burro do que eu pensava.”).
Vale a pena: Acho que um ponto bem importante e que eu ignorei para ver esse filme é ter assistido ao Branca de Neve e o Caçador, porque tem uma pequena parte do filme que se perde em não ter assistido ele. Mas o filme vale a pena para quem gosta de grandes blockbusters que não fogem muito do óbvio, com o mocinho e a mocinha, forças que tentam separá-los, e muitas cenas de luta no meio do caminho para prender a atenção do espectador. O elenco é bastante estrelado, e tenho que admitir que vale a pena pelo menos pelo cômico de assistir ao meu namorado Chris Hemsworth fazendo um papel de uma pessoa que não dá nem para entender o que fala. Além disso, algo que eu achei legal no filme, mas que foi pouco explorado, é que ele traz um contraponto cômico interessante na figura dos anões, e tem uma anã em particular que simplesmente rouba a cena. É interessante para quem quer assistir algo de maneira descompromissada, sem ter que pensar demais, e só assistir aos figurinos, maquiagens e penteados incríveis do filme pelas quase 2 horas que ele dura.
Não vale a pena: Para quem quer assistir a algo um pouco mais complexo, com uma grande trama e personagens que se modificam profundamente ao longo da história, pode-se imaginar que esse não seja o filme ideal. Ele também não vale a pena para quem vai esperando uma continuação direta do outro filme, nem nada que envolva a Kristen Stwart, porque ela não faz parte desse filme, apesar de todo o seu papel como Chapeuzinho Vermelho no outro. Enfim, não é um filme para se assistir esperando muita coisa, mas que pode ser divertidinho para passar uma tarde.
Gostei? Foi melhor do que o esperado.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Achei impressionante como foi só acontecer o despertar da magia na Rainha do Gelo que o cabelo dela passou imediatamente do amarelo palha para um loiro extremamente platinado.
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, está nos cinemas.


Do que se trata o filme: O filme trata tanto das origens do Caçador quanto da história da irmã da Rainha Má, a Rainha do Gelo. Além disso, ele fala sobre as consequências do filme da Chapeuzinho Vermelho, com a história das duas irmãs e do Caçador se entrelaçando.

Poderia ser um modelito da última semana de moda, mas é apenas a rainha má.

domingo, 17 de abril de 2016

Ave, César!, dirigido por Ethan Coen e Joel Coen (Hail, Caesar!)

Trailer: 
Fala do filme: “I think what he’s trying to say is that what gives the studio because it owns the means of production the right to control our lives?” (“Acho que o que ele está tentando dizer é: o que dá aos estúdios, só porque eles possuem os meios de produção, o direito de controlar a nossa vida?”).
Vale a pena: Eu sou uma fã declarada dos irmãos Coen, então fiquei bem empolgada de ver que eles fariam uma comédia, e dado que eu adoro os seus diálogos, achei que haveria um potencial enorme nele. E não me decepcionei. O filme tem diálogos fantásticos, um deles que não consegui gravar para escrever aqui, mas que é o que envolve os líderes religiosos para discutir se a representação de Jesus no filme estava adequada. Acho que é um filme que vale a pena para quem quer assistir a uma comédia que é impecável visualmente, com atores já consagrados fazendo bons papéis, e que queira pensar um pouco sobre o que está vendo, uma vez que o filme não é uma comédia simples e escrachada. Fica também a minha observação de que o filme deve valer a pena só por conseguir reunir tantos atores bons em tela, eu imagino o pesadelo que foi marcar essa gravação. Por fim, como pessoa que está estudando cinema, devo dizer que ele vale a pena para quem está nessa situação, tanto por mostrar didaticamente um pouco do papel dos trabalhadores em cada função (ou como eles eram no meio do século passado), quanto por fazer um belo panorama do cinema nessa época.
Não vale a pena: Um dos potenciais riscos desse filme é o de atrair pessoas que vão atrás de uma comédia do estilo Adam Sandler ou Casamento Grego, porque eu acho que esse público no geral não vai gostar ou entender o humor desse filme. Ele também não vale a pena para quem vai esperando um escárnio total de Hollywood, com uma crítica ferrenha ao período destacado, porque apesar de ele ser crítico e demonstrar isso, ele o faz mais pontualmente do que outros filmes que têm a mesma proposta.
Gostei? Amei!
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Na sala dos comunistas (aliás, outro lugar de onde saem diálogos muito bons, e notem que o cachorro deles se chama Engels), a temática é de cavalos. Tem abajur de cavalo. Tem quadro de cavalo. Tem estátua de cavalo. Fico imaginando quem preparou aquela sala pra gravação.
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, está nos cinemas.


Do que se trata o filme: A narrativa principal do filme é focada em Eddie Mannix, um chefe de estúdio que está tentando controlar os múltiplos problemas de múltiplas estrelas em múltiplas gravações, quando um de seus astros principais é sequestrado.

George Clooney atuando como um ator.

Como Não Perder Essa Mulher, dirigido por Joseph Gordon-Levitt (Don Jon)

Trailer: 
Fala do filme: “How do you watch that shit?” “I don’t know, okay? I don’t know. How do you watch all those stupid fucking movies that you watch?” “How do I watch movies? What are you talking about?” “I’m saying you probably watch that shit as mutch as I watch porn.” “That has nothing to do with anything...” “I’m just saying.” “Jon. Movies and porno are different, Jon. They give awards for movies.” “They give awards for porn, too.” (“Como você assiste essa merda?” “Eu não sei, tá bom? Eu não sei. Como você assiste todos aqueles filmes estúpidos que você assiste?” “Como eu assisto filmes? Do que você está falando?” “Eu estou falando que você provavelmente assiste àquela merda mais do que eu assisto pornô.” “Isso não tem nada a ver com nada.” “Eu só estou dizendo.” “Jon. Filmes e pornografia são diferentes, Jon. Eles dão prêmios para filmes.” “Eles dão prêmios para pornografia, também.”).
Vale a pena: Esse era outro dos filmes que estavam na minha infinita lista do Netflix, que eu já havia visto o trailer e me interessado, mas que por algum motivo não assisti na época que saiu no cinema. Esse é um filme que traz umas discussões bastante atuais, principalmente após o advento da pornografia na internet e as atuais discussões relacionadas às condições de trabalho dessa indústria. Ele vale a pena para quem quer assistir a um filme um pouquinho estranho, em um estilo comédia romântica às avessas, e que brinca bastante com a questão do gênero de filme, também. É um filme com boas atuações, com personagens bem caracterizados, com uma edição impecável e com músicas bem colocadas. Mas de novo, é um filme que não aprofunda a discussão além do nível mais superficial, uma vez que a sua proposta nem é essa, mas sim mostrar o impacto que aquilo tem no personagem principal.
Não vale a pena: Para quem não gosta de cenas relacionadas a pornografia ou com muitos palavrões, esse é um ótimo filme para evitar. E a não ser que a sua família seja super liberal, eu também acho que ele não é um filme que vale a pena para assistir com a família. Mas brincadeiras à parte, eu acho que esse filme pode atrair dois públicos indesejados: 1) o que assiste ao trailer e acha que é uma comédia romântica, e vai com esse espírito; 2) o que assiste ao trailer, acha que é um filme completamente cult e diferentão, e percebe que é um mix dessa opção e da anterior. Então vá preparado para um filme mais ponderado.
Gostei? Médio.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: O nome original do filme é Don Jon. No final do filme, na cena em que ele está com os amigos, ele está em uma pizzaria que se chama Don Corleone (não só tangencia o nome do filme, mas também homenageia O Poderoso Chefão).
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, tem no Netflix.


Do que se trata o filme: Jon é um rapaz que, segundo ele mesmo, praticamente se importa com: a sua igreja, os seus músculos, a sua família, o seu carro, e a sua pornografia. Mas quando ele conhece uma garota pela qual ele começa a nutrir um sentimento, e ela não gosta da sua pornografia, como essas suas preferências vão seguir?

Do jeito que você me olha, vai dar namoro.

Mogli: O Menino Lobo, dirigido por Jon Favreau (The Jungle Book)

Trailer: 
Fala do filme: “You change your hunting ground for a few years, and everyone forgets how the Law works. Well, let me remind you. A man-cub becomes a man, and man is forbidden!.” (“Você muda a sua rota de caça por alguns anos e todo mundo esquece como a Lei funciona. Então, deixa eu lembrar vocês. Um filhote de humano vira um humano, e humanos são proibidos!”).
Vale a pena: Ah, a nostalgia... Como não gostar de um remake bem feito de um filme que praticamente toda uma, duas, ou três gerações assistiram? Como não cantar que “Necessário, somente o necessário. O extraordinário é viver!”? Como não ansiar pela cena da cobra? Claro que um dos fatores que mais levou e levará pessoas para o cinema vai ser a nostalgia. Mas além da Disney ganhando mais dinheiro sem ter que criar mais um roteiroisso, o filme também é muito legal por conseguir fazer uma boa adaptação de uma animação para um filme “real”, sem perder aquela essência mágica que eles fazem tão bem. Como sempre, os personagens secundários são incríveis (#TeamBalu), e o trabalho gráfico de construção de texturas para os animais é incrível. O roteiro é bem parecido com o original, o que para mim foi um grande problema, porque eu descobri que não lembrava de nem 1/3 do que acontecia nele, e as dublagens também ficaram bem características, mas na medida certa, sem grandes exageros. Assim, ele vale a pena tanto para os pais que assistiram ao filme com seus filhos, esses filhos que agora são crescidos e vão adorar os efeitos especiais, e as crianças, que serão apresentadas à história.
Não vale a pena: Para essas crianças que vão ser apresentadas à história, eu não sei se sou eu que sou meio boba, mas eu achei que alguns momentos do filme acabaram ficando um pouco assustadores ou explícitos demais, exatamente pelo filme não ser uma animação e envolver muitas lutas entre animais (talvez seja só meu instinto vegetariano falando). Além disso, o filme não traz nenhum grande tipo de inovação de história, de maneira que ele não vale a pena para quem espera mudanças.
Gostei? Sim.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Nada tão assustador quanto um porco espinho bravo. Mas de verdade, onde foram parar os animais todos que estavam agrupados quando começa a luta de verdade?
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, em praticamente todos os cinemas em todas as sessões.


Do que se trata o filme: Mogli é um filhote de humano que foi encontrado na selva para uma floresta e enviado para ser cuidado pela alcateia. Só que quando um tigre que foi maltratado pelos humanos o descobre lá, ele fica realmente irado e exige que o menino seja morto.


Necessário, somente o necessário.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Uma noite de crime, dirigido por James DeMonaco (The Purge)

Trailer: 
Fala do filme: “Sorry. I condemn that kind of behavior. Just keep in mind, Mr. Sandin, that he was my friend. And you are not.” (“Desculpe. Eu condeno esse tipo de comportamento. Mas não se esqueça, sr. Sandin, que ele era meu amigo. E você não é..”).
Vale a pena: Acho que eu assisti tantas vezes o trailer desse filme no cinema na época que ele saiu, que eu sempre tive um pé atrás de assistir ao filme e acabar me decepcionando. Mas o filme vale a pena, no mínimo, por trazer uma ideia muito, muito boa, e por conseguir manter um roteiro bem no estilo thriller com um bom ritmo, construção interessante de personagens, e sem cair muito nos maiores clichês que um filme desses pode cair. Ele vale a pena para os que não são muito sensíveis a cenas fortes de violência, mas acho que a cena inicial do filme já assusta e faz com os que não têm estômago para o resto desistam, o que eu acho bom. Acho que ele vai a pena para quem quer assistir a um filme diferente, sem medo de levar um bom susto, e se você conseguir estender um pouco a discussão sobre a violência, um método de expurgo, e até sobre a pena de morte, acho que esse filme pode ajudar a pensar em algumas questões relacionadas. Sem querer dar spoilers, mas como fica o psicológico das pessoas que passam por experiências como essa também seria praticamente uma tese de mestrado.
Não vale a pena: Como já dito acima, se você fica um pouco enojado com a cena inicial, já acho que esse não é um filme que valerá a pena para você. Além disso, eu esperava um pouco mais dele na questão mais sociológica, na diferença que os ricos e pobres têm em um cenário como esse, e sobre o comportamento humano, então se você estiver indo assistir pensando mais nisso, talvez não seja a melhor ideia. Por fim, acho que ele não vale muito a pena para quem tem o interesse mas tem medo, porque tudo, da fotografia à trilha sonora do filme, é feito para te dar os sustos nas horas certas.
Gostei? Acabei caindo na minha própria armadilha e esperava mais do filme que ele tinha a oferecer. Mas acho que isso não deve acontecer com todo mundo.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Esse filme tem uma quantidade absurda de erros de continuidade. É impressionante como filmar com a luz das lanternas e ter cenas com sangue é complicado, fazendo com que coisas apareçam/desapareçam durante o filme.
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, tem no Netflix (mas aparentemente, as sequencias não).


Do que se trata o filme: Em 2022, nos EUA, existe uma regra: em um determinado dia do ano, todos os cidadãos podem cometer qualquer crime que desejarem, e não serão punidos por isso, uma medida tomada para conter a violência nos outros dias do ano. Com isso, estamos dentro da casa de um vendedor de equipamento de segurança quando esse dia começa, e seguiremos com a sua família até o fim dele.

Só gente boa

domingo, 10 de abril de 2016

Invasão à Londres, dirigido por Antoine Fuqua (London has fallen)

Trailer: 
Fala do filme: “Vengeance must always be profound and absolute.” (“A vingança sempre deve ser profunda e absoluta.”).
Vale a pena: Fãs de filmes de ação clássicos provavelmente vão adorar esse filme, porque ele repete a fórmula Hollywoodiana de sucesso comercial que já funciona a muitos e muitos anos, trazendo apenas alguns novos elementos ao esquema já consagrado. Uma dessas coisas é a atualizada no tema, que dessa vez são ataques terroristas na Europa, algo faz mais sentido geográfico que atacar os EUA nesse momento (apesar de toda a trama ainda ser focada no presidente estadunidense). Além disso, algo que eu achei bastante interessante no filme é que as mortes dele são mais realistas, com as pessoas realmente sofrendo e sangrando, ele não deixa muito espaço para a imaginação, mas ajuda a dar uma noção de realidade que a maioria dos filmes de ação permite. Por fim, acho que o filme tem como um ponto forte as atuações (ainda que, para mim, o personagem do Vice-Presidente e da Jax sejam interessantes, mas muito mal explorados, ficando um pouco jogados no contexto do filme), e o uso de atores que realmente parecem árabes para fazer o papel de terroristas, algo que muitos filmes esquecem de fazer.
Não vale a pena: Bom, é um filme que claramente não vale a pena para quem quer assistir algo extremamente inovador, e que traga uma discussão interessante sobre a questão do terrorismo na Europa, pois o filme em nenhum momento se propõe a explicar o que está acontecendo além do nível de vingança pessoal. Além disso, algo que eu conto como um ponto negativo é a questão de se trazer tudo para um contexto europeu, mas se manter o conflito relacionado ao presidente americano, colocando novamente os EUA no centro do mundo. Por fim, esse não é um filme para quem quer ver o Morgan Freeman em mais um papel sensacional, porque assim como a Jax, ele acaba sendo um protagonista meio sem objetivo, você não entende muito bem qual o sentido deles dentro do filme além de trazer um nome famoso para o cartaz.
Gostei? Eu não sou muito fã desse tipo de filme, mas não acho ele nem de longe o pior dentro da categoria.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Continuo sem entender a fixação das pessoas com fazer referência ao Poderoso Chefão e todas as coisas que acontecem no casamento do chefe do crime.
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, está nos cinemas.


Do que se trata o filme: Três anos após a Invasão à Casa Branca (sim, é uma sequência desse filme), terroristas planejam um ataque bem consolidado a Londres durante um funeral, levando a cidade a um real estado de caos. Nessa confusão, torna-se prioridade salvar o presidente dos EUA.

Hoje em: como cair de um avião e manter sua camisa limpa.

domingo, 3 de abril de 2016

Casamento Grego 2, dirigido por Kirk Jones (My Big Fat Greek Wedding 2)

Trailer: 
Fala do filme: “You should get a greek boyfriend. You look old.” (“Você deveria arranjar um namoro grego. Você está ficando velha.”).
Vale a pena: Depois de anos e mais anos de espera após o primeiro Casamento Grego, eis que surge um novo casamento grego. Os filmes têm, obviamente, um clima bastante parecido, de modo que provavelmente quem gostou do primeiro vai gostar do segundo, mesmo sem o fator surpresa de não saber bem o que esperar do filme. É um filme curto e divertido, que vale a pena para quem quer assistir a um filme descompromissado e engraçado, e que aparentemente faz muito sucesso com a terceira idade, que era praticamente o público da minha sessão. Além disso, devo dizer que ele vale a pena para quem tem uma família grande e com tradições de se manter bastante unida, por trazer um ar de comédia para situações que podem ser comuns para a sua família (a minha é libanesa, e qualquer semelhança não é mera coincidência). Minha mãe, que adora esse tipo de comédia, adorou.
Não vale a pena: Para quem espera algo muito além de um filme tranquilo e engraçado, pode acontecer alguma decepção. Além disso, acho que para quem espera muito do filme baseado no primeiro Casamento Grego, também pode acontecer algo do gênero, porque assim como a maioria das sequências de filmes, é muito difícil manter o mesmo nível de qualidade considerando que uma grande parte do fator surpresa não existe, dado que já se conhecem os personagens. Para quem quer um filme diferente e sem clichês, recomendo passar longe.
Gostei? Sim, deu para rir um pouco.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Eu não sei se é algo só desse tipo de núcleo familiar, mas a família de vocês também tem uma Nana Yia-Yia? A minha tem. E até hoje ela não fala uma palavra de português (mesmo estando no Brasil há uns 20 anos).
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim!


Do que se trata o filme: Anos após o primeiro casamento grego, os pais de Toula descobrem que a sua certidão de casamento nunca foi assinada e, consequentemente, eles não estão realmente casados. A solução que a grande família grega encontra? Realizar um novo casamento.

Essa família é muito uniiiida