Fala do filme: "Ser um homem árabe é como ser o garçom do banquete do mundo."
Vale a pena: Bom para pessoas que se interessam pelo mundo árabe, porque ainda que falado em inglês, é um filme financiado por árabes. Além disso, é bom para qualquer pessoa que goste de filmes épicos, do tipo Imortais, 500, e etc, porque é basicamente um desses filmes transportados para o universo árabe (inclusive a Freida Pinto imigrou de Imortais para esse). Tem toda a história do surgimento do herói que surge da vingança do ente querido.
Não vale a pena: Estômagos fracos, fiquem longe, ou fechem os olhos nas cenas de sangue de camelo. É bastante violento, então para qualquer pessoa que não curta violência excessiva também é melhor evitar.
Gostei? Gostei! Adoro épicos violentos, e adoro adoro adoro árabes (e a Freida Pinto).
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Trancinhas nos cavalos. Em todos os cavalos.
Do que se trata o filme:
Com a vinda de exploradores de petróleo para uma região árabe chamada Faixa Amarela, na qual prevalecia um antigo pacto entre uma tribo tradicionalista e uma nem tanto. Nesse pacto, os filhos da tribo tradicionalista passaram a morar com o rei da outra região, e um deles se casa com sua filha. Mas quando começa a se formar uma guerra, esse jovem se vê totalmente dividido entre os valores tradicionais e a chegada do capitalismo.
Reparem que, para publicidade, apesar de a maioria do elenco ter nomes árabes, só os conhecidos no Ocidente aparecem no cartaz.

Nenhum comentário:
Postar um comentário