Fala do filme: Sabina: "Eu quero que você me castigue". Jung: "Okay."
Vale a pena: Para ver ao lado de alguém que entende pelo menos um pouco de psicologia, porque teoricamente é um filme bem pesado. Não adianta, tem que ter algum interesse ou desinteresse no assunto da psicanálise, senão ele não fará nenhum sentido. Além disso, vale a pena pela fotografia bonita e pela atuação diferenciada da Keira Knigthley.
Não vale a pena: Como sempre, é óbvio mas não custa falar: não vale a pena para ninguém que não tinha nenhum tipo de interesse em psicologia e psicanálise. É um filme bem paradinho, então também não recomendo para pessoas com tanto sono quanto eu estava quando vi. Por fim, também não é muito legal para quem se irrita com Freud falando que tudo é relacionado a sexo, porque com certeza vai haver irritação.
Gostei? Sim, mas pretendo ver de novo com menos sono para ter certeza.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Vincent Cassel pode não ter muito tempo em tela, mas é impressionante como cada uma de suas atuações é sensacional.
Do que se trata o filme:
Ele volta às origens da psicanálise, com um jovem Jung iniciando a experimentação do método em uma jovem com perversões sexuais chamada Sabina. Ao mesmo tempo, ele começa a conhecer Freud, e começa a discordar em parte com o método que ele mesmo usou. Assim, o filme mostra, ao longo do tempo, a relação entre Jung, sua mulher, Sabina, Freud e Otto Gross, outro psicanalista digamos que menos ortodoxo.

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