Fala do filme: "Eu não fiz nada de errado. E você está querendo brigar."
"Eu pouparia você..."
Vale a pena: Para quem quer um drama não muito complicado, é um bom filme para se passar o tempo assistindo ao mesmo tempo algo razoavelmente inteligente e não tão complicado. É um filme com boas atuações, enredo descomplicado (ainda que um pouco simples demais), trilha sonora bem colocada e uma fotografia extremamente condizente. Vale a pena também para quem curte um filme com gente bonita, porque o elenco é ridiculamente bonito.
Não vale a pena: Pela nonagésima vez esse ano, não é um daqueles filmes que muda vidas. O elenco dele tende a ser um pouco simplista demais, ele tem muitos pontos que eu acho que poderiam ser melhor explorados e que não são, então você acaba perdendo um pouco o interesse ao longo do filme. Mas a minha maior crítica hoje não é ao filme, mas sim à sala. Fui assistir no Lumiére, do lado do Kinoplex Itaim, e fiquei muito incomodada. As cadeiras são ruins, a sala é escura demais e as legendas estavam com a sincronização ruins. Isso irrita qualquer pessoa que esteja vendo o filme.
Gostei? Sim, é um bom filme para quem tinha o meu intuito, de simplesmente assistir e relaxar. Mas acho que se eu fosse com altas expectativas, teria ficado frustrada.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Longe de mim arranjar defeitos na Keira Knightley, mas eu nunca tinha reparado o quão grandes são as mãos dela. Tá quase no nível do John Mayer.
Do que se trata o filme:
Joanna e seu marido Michael vão a uma festa do trabalho dele, na qual Joanna fica incomodada com a relação entre seu marido e uma colega de trabalho. Eles brigam por esse assunto, e Joanna começa a repensar em sua relação. O filme explora o dia seguinte à briga, no qual Joanna reencontra um antigo amor ao sair para um café, e Michael vai para uma viagem de trabalho na qual sua colega está presente.

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