Fala do filme: Não vou reproduzir a fala aqui, porque o filme perderia todo o sentido. Mas a última fala, de mãe e filho, é de dar nó na garganta.
Vale a pena: Eu considerei um filme excelente, mas para valer a pena a pessoa tem que estar completamente pesada para sair com a sensação de impotência e desgosto do cinema. É uma história forte por sua verossimilidade (bem ao contrário de Um drink no inferno, o outro filme postado hoje), e realizado de um modo mais palpável a quem não está acostumado ao cinema alternativo. Vale muito a pena pela ausência de filmes sobre a Palestina que chegam ao Brasil (este mesmo é de 2012 e só chegou aqui agora) e pela importância e atualidade da questão.
Não vale a pena: Bom, acho que já ficou bastante claro que é um filme bastante forte, e que os mais sensíveis podem se sentir realmente desconfortáveis. Algo que me incomodou um pouco é a falta de acessibilidade para ver o filme, que está passando em uma ou duas salas. E também pode ser um pouco maçante para quem não tem nenhuma envolvimento com a causa palestina.
Gostei? Demais.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Minha família tem descendência árabe, e percebi que reconheço algumas palavras. Na música cantada no meio do filme, reconheci "cachorro" (calbi) e pássaro (asfur).
Do que se trata o filme: É a história de uma médica canadense que faz trabalho voluntário na Palestina e mora em Israel. Trata de vários conflitos de sua vida, como a amizade com uma mulher que ela atende e com uma soldado israelense que mora em seu prédio. Mostra bem o conflito dos dois mundos, assim como as semelhanças entre os dois lados, e tenta de certa forma explicar o porquê da panela de pressão atual na região.
Gostei? Demais.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Minha família tem descendência árabe, e percebi que reconheço algumas palavras. Na música cantada no meio do filme, reconheci "cachorro" (calbi) e pássaro (asfur).
Do que se trata o filme: É a história de uma médica canadense que faz trabalho voluntário na Palestina e mora em Israel. Trata de vários conflitos de sua vida, como a amizade com uma mulher que ela atende e com uma soldado israelense que mora em seu prédio. Mostra bem o conflito dos dois mundos, assim como as semelhanças entre os dois lados, e tenta de certa forma explicar o porquê da panela de pressão atual na região.

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