Trailer:
Fala do
filme: “I was raised on the farm. I know how to wrangle a pig.” “You
want to know the oldest lie in America, Senator? It’s that power can be
innocent.” (“Eu cresci na fazenda. Eu sei como lidar com porcos.” “Você quer
saber qual a mentira mais antiga da América, Senadora? É que o poder pode ser
inocente.”).
Vale a
pena: Sou uma grande fã da DC para quadrinhos, assim como uma grande
fã do Batman e das suas adaptações para as telonas (de verdade, eu acho que
consigo ver um charme em todas elas). Assim, dá para entender o quão feliz e
empolgada eu fiquei em saber que ia ter um novo filme, e ainda mais um que tratasse
da dicotomia entre os dois principais super-heróis da DC: o fato de o Batman
estar na beira da legalidade e desconfiança, e a questão do Superhomem estar
tecnicamente acima da humanidade, ao invés de em uma relação de igualdade com
ela. Para mim, o filme vale a pena exatamente por trazer essas questões, que
são extremamente importantes para os personagens, e ainda conseguir equilibrar
isso com ótimas cenas de luta e flashbacks simplesmente incríveis. Além disso,
desde que soube que finalmente a Mulher Maravilha estaria nas telonas, tive um
misto de animação com medo de pensar em como eles retratariam a personagem, e
tenho que dizer que, apesar de não ser dito nada sobre sua origem, ela foi
mostrada como uma heroína forte e sofisticada, o que me deixou bastante feliz.
Acho que a construção dos personagens, no geral, ficou muito boa, inclusive para
o super-vilão Lex Luthor. Ele vale a pena também por já introduzir toda uma
gama de filmes da DC que ainda estão por vir de uma forma que eu achei
razoavelmente natural, e também por trazer toda a discussão do filme para um
nível mais filosófico que pode atrair mesmo quem não gosta tanto de heróis.
Não vale
a pena: Apesar de muitas críticas terem sido feitas ao filme, eu acho
que os seus pontos negativos, para mim, foram bem específicos. Em primeiro
lugar, apesar da maioria daqueles personagens já estarem no imaginário popular,
achei que as vezes faltou um pouco de contextualização. Além disso, o modo que
a personagem da Lois Lane é trabalhado é bem pouco convincente, e praticamente
não dá para acreditar que uma jornalista tão inteligente seria tão burra. Por
fim, acho que quando o filme mais erra é quando ele tenta ser épico demais:
algumas falas que acabaram ficando um pouco forçadas, uma trilha sonora que para
mim é um erro do começo ao final (e que fica insuportável na cena de batalha),
e alguns cortes de câmera que forçam um pouco a barra tornam alguns momentos do
filme excessivamente clichês.
Gostei? Sim!
Detalhe
que provavelmente só eu reparei: Não me parece esperto tomar um
banho de banheira com a sua janela aberta no meio de Nova Iorque. Fico
imaginando o que a Lois tinha na cabeça para fazer isso.
Tem no
Netflix/Tá passando no cinema? No cinema, e eu recomendo ir
assistir em uma sala Imax que para esse filme vale a pena.
Do que se
trata o filme: Você conhece o Batman? Sim?! E o Superman? Também?! Então
imagine só que eles começam uma rixa por causa do status de todo-poderoso do
Superman, e que o Lex Luthor e toda a sociedade americana se envolvem na briga.
Daí para frente, as coisas ficam interessantes.
Turn around, bright eyes.

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