quarta-feira, 9 de maio de 2012

Conspiração americana de Robert Redford (The Conspirator)

Trailer: 
Fala do filme: "Você já lutou por algo maior do que você?" (...) "Então sabe que nós somos o mesmo."
Vale a pena: Para explicar para quem vale a pena ver esse filme, antes eu vou dar um pequeno dado: eu provavelmente era a única pessoa abaixo dos 40 anos naquela sala de cinema. O filme deve ser bem legal para quem estuda ou estudou direito, já que é todo baseado em um julgamento. Além disso, vale a pena para quem quer um enredo bem redondo, mesmo que ele seja meio parado. E por fim, ele vale a pena para aprender um pouco de história americana não contada nos livros de colegial.
Não vale a pena: Aparentemente, para pessoas abaixo dos 40. Não, eu estou brincando, mas ele realmente não vale a pena para quem quer uma super-produção lotada de ação que nem Os Vingadores, que ele é uma super-produção bem paradinha. Também não deve ter sido nada divertido para americanos alienados que acham que seu Estado não faz nada de errado.
Gostei? Sim, apesar da tenra idade.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Acredito que lembrar qual era a peça no teatro quando Lincoln morreu é meio incomum, então aí vai: a peça em cena era Our American Family.

Do que se trata o filme:
Após a Guerra de Secessão norte-americana, alguns confederados sulistas se unem em uma conspiração e matam o presidente Abraham Lincoln e outros chefes do Estado em uma tentativa de destruí-lo. A maioria dos conspiradores é pego, mas um deles está desaparecido. Aí decidem pesquisar sobre sua família e descobrem que sua mãe Mary Murrat tinha uma pensão, onde os conspiradores se reuniam. Ela é logo pega como bode expiatório para os estadunidenses, e é trabalho de um herói de guerra defendê-la. A história, mesmo, é sobre o seu julgamento, e a mudança de pensamento do jovem advogado ao longo dele.


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