domingo, 15 de maio de 2016

O maior amor do mundo, dirigido por Garry Marshall (Mother's day)

Trailer: 
Fala do filme: “Happy mother’s day, everyone.” (“Feliz dia das mães, todo mundo.”) (sim, eu acho que essa é uma fala significativa para esse filme).
Vale a pena: Os fãs de comédias românticas ou de pessoas que gostam muito desses filmes comemorativos de feriados já podem se animar: esse é mais um filme que segue o mesmo formato de outros filmes desse diretor (como Noite de Ano Novo), com várias histórias sobre o mesmo assunto que se tangenciam em algum momento. O filme segue a estrutura clássica desse tipo de filme, sem grandes surpresas nem técnicas, nem de roteiro, de modo que, para quem já tem propensão a gostar deles, o filme pode ser uma boa pedida. Ele também vale a pena por conta de seu elenco estrelado, com Julia Roberts, Kate Hudson e Jennifer Aniston fazendo um bom papel, apesar de não estarem representando nenhum tipo de personagem inovador. O que eu achei mais interessante no filme é que, ao tratar de questões de maternidade, ele traz vieses interessantes: o da família divorciada, o de uma mãe de um casal inter-racial, o de mães lésbicas, trata de adoção, e da ausência da mãe.
Não vale a pena: Eu já não sou muito fã de comédias românticas, então ao perceber que esse filme seria mais do mesmo, eu já acho que, para quem também não tem esse apreço, não vale a pena assistir ao filme. Além disso, acho que ele acabou tratando de maneira muito simplista algumas questões que não deveriam ser tão práticas: o pai que sente a ausência de sua falecida esposa, ao ser confrontado pela sua filha adolescente, logo sai de seu estado de letargia e passa a superar a situação, por exemplo, algo que não aconteceria com toda essa facilidade na vida real. Por fim, acho que ele não vale a pena para quem quer evitar assistir filmes que reproduzam certos estereótipos e preconceitos, como o do texano preconceituoso, a indiana exagerada, a lésbica que quando criança queria se vestir que nem homem.
Gostei? Pra eu gostar de uma comédia romântica, ela precisa se esforçar um pouco mais do que essa se esforçou.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Aqui, acho que tem duas:na hora que tem o acidente que alguém (não vou dar spoilers) quebra a perna, notem o menino negro dançando. Além disso, quando a indiana sai do Uber, ela pede para seu filho pagar, mas o Uber é pago apenas pelo aplicativo, com cartão de crédito.
Tem no Netflix/Tá passando no cinema? Sim, está nos cinemas.


Do que se trata o filme: O filme trata do assunto maternidade, comemorando o dia das mães, trazendo vários tipos de mães através de várias conjunturas familiares: um casal divorciado, um casal lésbico, um casal inter-racial, um homem que perdeu sua esposa (e mãe de seus filhos). Através desses casais e suas relações, ele fala da relação entre mães e filhos.

Admito que me incomoda que na capa de um filme sobre mães esteja: um homem.

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