Trailer:
Fala do
filme: “Foi nesse momento que eu entendi que é importante ser feliz.
Importante não, é essencial ser feliz.” (Peço desculpas, mas não falo francês e
não levei meu bloquinho de notas para anotar exatamente a fala, mas juro que é
esse o sentido geral da fala.)
Vale a
pena: Depois de uma longa série de filmes ruins e/ou blockbusters,
finalmente consegui me organizar para ir a um cinema no circuito
Augusta/Paulista para ver um mais independente. O filme vale a pena para quem
quer sair um pouquinho do lugar-comum de Hollywood, mas sem perder a qualidade
das produções de lá. Me explico: o roteiro não é incomum, com o dilema moral de
um homem que vive dividido, mas o filme é claramente diferente do que estamos
acostumados por ter um tom mais introspectivo, psicológico, com longas falas e
quase nenhuma trilha sonora. Mas ao mesmo tempo, ele é uma boa produção, com
boa fotografia, direção e atuações, o que nem sempre acontece com esse tipo de
filme. Assim, ele vale a pena tanto para um público mais acostumado com o independente
quanto para um não muito acostumado, mas curioso. O mais interessante nele é
que o modo que as coisas evoluem te levam a acompanhar a história muito de
perto, torcendo fortemente pelo protagonista, e fazendo com que as 1:40hr
passem em um piscar de olhos.
Não vale
a pena: O filme não vale a pena para quem não tem interesse em um
desenrolar mais lento, e que depende muito mais das falas do que da ação. Além
disso, eu ainda acho muito chato que esses filmes só circulem entre os cinemas
da Augusta e Paulista, então ele não vale a pena para quem não mora na região e
que não queira se locomover muito para chegar lá. Eu estranhei bastante a
escolha de trilha sonora quase zero durante todo o filme, e acho que isso é um
ponto negativo, pois exatamente por ele ter esses momentos introspectivos,
acaba parecendo que falta algo na composição da cena.
Gostei? Gostei
bastante.
Detalhe
que provavelmente só eu reparei: Na fila para pegar emprego na
fábrica, só tem ‘X’ antes do Jean assinar, o que é estranho, pois os
anarquistas pareciam bem instruídos, e tinham vários deles trabalhando lá.
Tem no Netflix/Tá
passando no cinema? Sim, está em 3 cinemas.
Do que se
trata o filme: Jean é um policial em Paris em 1899, e ele é chamado pelo seu
chefe para se infiltrar em um grupo de anarquistas. Só que ele entra num dilema
moral quando começa a conhecer e se interessar mais pelo grupo que ele deveria
apenas vigiar.
Hello, it's me. Ops, não é essa Adele.

Nenhum comentário:
Postar um comentário