Trailer:
Fala do
filme: "I don’t smoke. I don’t drink. I recycle!” (“Eu não
fumo. Eu não bebo. Eu reciclo!”).
Vale a
pena: Eu sou uma pessoa que particularmente gosta de filmes
sobre desgraças pessoais, pessoas com doenças incuráveis, histórias fortes e
envolventes e tudo mais. Esse não é um filme para pessoas com esse mesmo gosto
que eu. Ele é um filme interessante exatamente pelo oposto: ele trata um
assunto muito forte, o câncer, de uma maneira razoavelmente descomplicada e
leve. Então, acho que ele é um bom filme para quem prefere essa visão mais
alegre e positiva da vida. É muito interessante também para quem gosta de
histórias de superação, pois muito da história foi baseado na experiência do
próprio roteirista com câncer nos seus 20 e poucos anos. O que eu acho muito
interessante é que ele traz, além de um elenco estrelado, uma boa reflexão
sobre aspectos da vida com câncer que você raramente pensa: a solidão, a
necessidade de um apoio psicológico, a necessidade de boas amizades.
Não vale
a pena: Eu, com o meu elo masoquista de gostar de filmes um pouco mais
dramáticos, com um pouco mais de sofrimento, achei que o filme trata as coisas
de forma meio despretensiosa, então não recomendo para quem também tende mais
para o drama. Além disso, mesmo eu achando que o filme trata tudo de forma
leve, eu acho que ele pode ser um pouco pesado para quem tem/teve membros da
família em tratamento de câncer recente, exatamente por poder trazer algumas
lembranças à tona.
Gostei? Não
muito.
Detalhe
que provavelmente só eu reparei: Esse é o filme com a maior
quantidade de gorros feios e arte bonita que eu já vi na minha vida. Até na
cena do celular, o quadro que está atrás da terapeuta parece arte cara.
Do que se
trata o filme: Um moço descobre, no auge de seus 20 e poucos anos, que ele
tem um câncer raro e 50% de chances de sobreviver a ele. A partir daí, a
história se desenvolve com as relações intrapessoais dele, na medida em que seu
tratamento vai evoluindo.
+
#desafiocinéfilo2016: Entrei, finalmente, em um desafio cinéfilo para esse ano.
É praticamente um filme por semana, com um tema específico pré-estabelecido.
Conheci através de um outro grupo e o Gabriel dos Santos falou que eu podia
divulgar aqui,é só procurar por Desafio
Cinéfilo 2016 no Facebook. Escreverei toda semana sobre o tema da semana, com essa hastag.
O dessa é:
2. Um filme com personagem doente.
Algo superdivertido e que eu adoraria fazer

Nenhum comentário:
Postar um comentário