sábado, 9 de janeiro de 2016

O Brinquedo Assassino, dirigido por Tom Holland (Child's Play)

Trailer:  (Desculpa, mas não achei legendado)
Fala do filme: Karen: "I said, “talk to me”, damn it.” (“Eu disse, “fale comigo”, droga.”).
Vale a pena: Eu sou uma pessoa da teoria de que tudo o que sobreviveu por tempo o suficiente para continuar sendo citado nos dias de hoje foi no mínimo interessante o suficiente para causar essa impressão. Dado isso, os bons fãs de terror dos anos 70/80 vão gostar do filme, no melhor estilo de coisas absurdas que acontecem repentinamente e ninguém sabe direito como lidar com isso (com um roteiro que podia ser evitado simplesmente se as pessoas tivessem uma boa mira ou tomassem as decisões mais espertas). Além disso, o filme cria uma boa atmosfera de mistério, de modo que eu, medrosa como sou, consegui ficar minimamente assustada com ele. Imagino como era assistir em 1988.
Não vale a pena: Para os fãs de terror mais atual, com altos exorcismos, cenas extremamente bem feitas, continuidade impecável, o filme vai parecer um pouco tosco, tanto por causa de complexidade de roteiro quanto por conta dos efeitos especiais. Por outro lado, para aquelas pessoas mais medrosas do que eu, e que têm medo até de atividade paranormal, não vale a pena ver o filme porque ele ainda assim é um pouco assustador.
Gostei? Sim. Assisti ao filme com a minha mãe em uma tarde chuvosa de verão, e ficamos pensando o quanto nós usamos referências que nem ao mesmo entendemos direito.
Detalhe que provavelmente só eu reparei: Dado o fato de que é um filme antigo, muita gente deve ter reparado, mas na cena em que o homem é eletrocutado, inicialmente há sangue saindo de seus olhos. Mas esse sangue desaparece;

Do que se trata o filme: A história é aquela que conhecemos: um assassino coloca um feitiço em um boneco e transfere sua alma para ele. A partir disso, o boneco começa a sua vingança.



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