Trailer:
Fala do
filme: "Don't ever think that the world owes you anything,
because it doesn't. The world doesn't owe you a thing.” (“Nunca pense que o mundo te deve alguma coisa, porque
ele não deve. O mundo não te deve nada.”).
Vale a
pena: O filme vai bastante em linha com os outros filmes que já
vi do David O. Russel (Trapaça e O Lado Bom da Vida), então um bom indicativo
de se o filme vale a pena para você é pensar se você gosta desses outros
filmes. Além disso, ele é interessante por mostrar uma história baseada em
fatos reais de uma mulher que passou por umas poucas e boas para conseguir ter
sucesso na vida. O modo que os personagens interagem também é interessante, e é
bem legal de assistir isso. O filme vale a pena para uma pessoa que queira ver
uma história mais leve de sucesso, com muitos e muitos atores estrelados
fazendo o que eles fazem bem, que é atuar, e com alguma inspiração na vida real.
Não vale
a pena: Olha, acho que o que mais me incomodou nesse filme foi que
o trailer (para mim) foi melhor que ele em si. O desenvolvimento acaba sendo
meio lento, o que vai muito contra a ideia passada no trailer. Ele não vale a
pena para quem vai pensando em um típico filme sobre empreendedores, mas
dinâmico. Também acho que não vale a pena para quem gosta muito de trilhas
sonoras, porque achei ela inteira meio óbvia e descasada.
Gostei? Não.
Detalhe
que provavelmente só eu reparei: Pessoal da continuidade e
da arte fazendo um bom trabalho: Joy praticamente não usa nada que não seja
preto ou branco durante todo o filme.
Tem no
Netflix/Tá passando no cinema? Sim, em muitos cinemas.
Do que se
trata o filme: Trata-se da história de uma mulher que resolveu desafiar o
mundo entrando no mundo dos negócios através de uma invenção. O que o filme
trata é desse processo, desde criar o “Esfregão Mágico” até as suas últimas
consequências.
Minha mãe já estava ficando tensa porque estava dando 40 min de filme e nada de Bradley Cooper

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